Mar 29, 2008

Alguém poderia, por favor, me esclarecer uma coisa?

Seguinte: na UnB, é bastante comum ver panfletos políticos ou revolucionários sendo distribuídos por todos os cantos. Alguns fazem sentido, outros nem tanto. E foi num desses que eu vi um detalhe muito curioso. Era, se não me falha a memória, uma frase mais ou menos assim:

"A união d@s universitári@s é muito importante"

Interessante, não? Pois é. E é daí que aparece a minha dúvida cruel:

Qual é a pronúncia das arrobas?

Sim, essas arrobas estão aí por um motivo. Elas servem para acabar com as regras sexistas dos gramáticos: "universitários" é um grupo que engloba tanto homens quanto mulheres, não? Então como, me digam, como nós poderíamos colocar um "o" no final da palavra, como se ela fosse masculina? Isso é, evidentemente, um preconceito gramatical. Indica uma clara tentativa de exclusão das mulheres em determinados grupos da sociedade.

A arroba veio para resolver isso tudo. Em vez de escrever "universitários" ou "universitárias", escrevemos "universitári@s". Essa expressão deixa claro que existem tanto homens quanto mulheres na universidade, caso ainda exista alguma dúvida. E por que parar por aí? Nós agora podemos ter três gêneros diferentes na língua portuguesa; ou seja; maculino, feminino e os dois ao mesmo tempo. Os pronomes pessoais de caso reto na segunda pessoa do plural passam a ser "eles", "elas" e "el@s". Tudo isso tornaria a nossa língua portuguesa muito mais justa (apesar de infernalmente mais complicada). Olhaí, a arroba é legal até esteticamente. Ela parece um "a" dentro de uma bolinha que, forçando um pouco, parece um "o".

Dando uma pesquisada, a gente percebe que isso está sendo bastante usado, até. Aparece em mais de um panfleto, no orkut e até em site jornalístico. Legal. Mas me veio a dúvida: como a gente vai pronunciar essa arroba na língua falada?

Isso mesmo, a gente tem que saber como é na lingua falada, porque ela é tão preconceituosa quanto a escrita. E eu realmente não faço idéia de como pronunciar essa arroba, já que nunca vi um outro uso para ela. Quero dizer, ela aparece nos endereços de email, mas neles a gente pronuncia "arroba" mesmo. E eu não acho que "universitári@s" deveria ter a pronúncia de "universitariarrobas".

Enfim, me esclareçam. Quero descobrir qual é a pronúncia disso, e espero que apareçam leitores para me ajudar. Ou leitorarrobas, sei lá.

Jul 23, 2007

Para meu irmão:


Eu me demito. Não agüento mais essa vida.
Você deveria ter previsto isso, meu irmão. Eu não entendo como você agüenta continuar com esse emprego infernal. Você, assim como eu, já foi batido, mordido e queimado, entre outras coisas. Faça como eu. Tome coragem e se demita também.

Sei que é mais difícil para você do que para mim. Sei que você come bem, tem um belo uniforme de trabalho e conhece a sua princesinha por causa desse trabalho. Mas você precisa encarar a realidade: nós fomos enganados. Nós não somos cozinheiros, médicos ou motoristas de kart: nós somos encanadores, e nada mais. E encanadores, bem, trabalham com canos. Já tomou consciência de que o máximo que fizemos com canos foi sair de dentro deles?

Sério, que merda eles pensam que nós somos? No primeiro dia de trabalho, já mandaram a gente pisar em tartarugas. Pisar em tartarugas, Mario! Comer cogumelos e pisar em tartarugas! Que se explodam agora. Cansei dessa idiotice de cavalgar um dinossauro verde retardado que come tudo o que vê pela frente e cospe bolas de fogo. Que eles peguem suas capinhas amarelas e flores de fogo e enfiem naquele lugar.

Aliás, só tem psicopata nesse troço. Pelamordedeus.

O Yoshi, além de ser um dinossauro verde linguarudo e retardado, faz o barulho mais irritante que eu já ouvi na minha vida miserável de suposto encanador. O Toad tem aquela voz fininha irritante que parece o som de unhas arranhando um quadro negro, aquela bicha louca. O Wario é um porco, tem aquele jeito bobo-alegre e ainda se acha o máximo. O Bowser, além de feio, é um completo idiota e tem servos conceitualmente incoerentes (já parou para observar uma Bullet Bill de perto, Mario? Basicamente, são enormes balas de revólver com carinhas zangadas na frente. É, isso mesmo. Enormes balas de revólver com carinhas zangadas na frente! Imagino como eles fabricam essas coisas). E a Peach é a pior: pensa que, só porque ela é burra o suficiente para ser capturada pelo Bowser umas três vezes por dia, a gente tem que ter a obrigação de ficar enfrentando bizarrices para salvar ela do inferno. Espero que ela morra de uma maneira bastante dolorosa.

Falando na Peach... você, até hoje, ainda acha que ela te dá bola? Me faça um favor e se mate também, Mario. Puta mau gosto dos infernos. Essa mulher, além de se achar a última Coca-cola do deserto, é quem te obriga a ficar enfrentando bizarrices como bombas com olhos e seres triangulares marrons e sem braços. Você arruma coisa melhor, idiota. É só você largar esse sotaque italiano que dá nos nervos e parar de falar idiotices como “It’sa me, Mario!”. Sério, isso enche o saco.


Sinceramente, Luigi.

May 10, 2007

Uou, esse negócio ainda existe.

Vejamos se alguém ainda passa por aqui e se vale a pena atualizar mais regularmente.

[Update]: Parece que não.

Apr 11, 2007

Eu nunca fui de assistir jogo de futebol.

Sim, eu tinha o álbum de figurinhas de cada Copa do Mundo e Campeonato Brasileiro, mas mesmo assim eu não assistia jogo de futebol. Eu gostava era de colar figurinhas. Ficava muito feliz quando aparecia uma figurinha que eu não tivesse, e colava a figurinha no seu devido lugar. Ficava muito feliz quando aparecesse uma figurinha repetida também, e colava a figurinha no seu devido lugar também, por cima da outra. Meus álbuns de figurinhas tinham a grossura de teses de pós-doutorado por causa disso.

Mas, ainda assim, eu nunca fui de assistir futebol. Decorava resultados, ok. Sabia a pontuação das primeiras equipes do campeonato, ok. Sabia de cor todos os resultados de todos os jogos da copa de 94, ok. Mas é só porque eu gostava de números. O jogo em si, eu nunca assistia. Só quando era da seleção, e olhe lá.

Mantive esse hábito até hoje. Não assisto jogos do Fluminense, a despeito de teoricamente torcer para ele. Não assisto jogos do Barcelona ou do Milan, ainda que eles tenham quatrocentos bilhões de jogadores brasileiros. Não assisto mesmo. Não vejo graça. Não vejo motivo em assistir o Romário em sua épica busca pelo milésimo gol.

"Alguém viu o meu milésimo gol por aí?."

Não vejo graça mesmo.

Mas quando a minha irmã me chama, falando que está assistindo o pior jogo da vida dela, é um Vasco e Botafogo, o juiz está roubando descaradamente, ainda está no comecinho do segundo tempo e já marcaram sete gols e, ainda por cima, nenhum desses gols foi feito pelo Romário, a gente tem que admitir que é um caso excepcional.

Nunca fui chegado em futebol. Nunca mesmo. Mas quando um jogo é tão deliciosamente irônico, a gente tem que abrir uma exceção. Vou lá assistir.

Mar 20, 2007

Quer saber? Esse blog também vai servir de divulgação. A minha banda vai tocar na sexta feira agora, dia 23, na Bsb musical, 712/713 Norte. Compareçam. Isso mesmo, um blog pseudo-humorístico pode ser usado para divulgação. Sim, mesmo que ele tenha menos de cinco leitores.

E para não me arriscar a perder esses poucos leitores, eu faço um post maior falando da banda. Vejam só os integrantes lindos e maravilhosos desse grupo super supimpa:


Variedades - O baixista


Variedades já foi um guitarrista com a capacidade de tocar 546753 notas por segundo. Tocava guitarra em bandas como a Cecidilha e a CDC, mas resolveu trocar de instrumento para não ficar com tendinite.

Pouco se sabe sobre esse que é o membro mais enigmático e misterioso da banda, exceto que ele gosta de progressivo e faz músicas sofisticadas. Mais misterioso ainda do que o baixista, porém, é o seu apelido. Afinal, de onde vem um apelido como "Variedades"? Sobre isso, infelizmente, só podemos especular.


Carlos - O vocalista


Pois é, sou eu. Eu já fui guitarrista também e, e agora faço teclado, mas na banda eu só canto e faço letras e componho e... e... e... eu não vou ficar me auto-propagandeando, vão se ferrar.

Apenas notem a minha camiseta com uma versão drogada do Homer Simpson. :)


Armando - O baterista


(cena: estúdio)

Gordo: Ei, caras, vocês sabem qual é o melhor amigo do músico?
Eu: Não, qual é?
Gordo: O baterista!
Todos: AHAHAHAHAHAHAH!
Armando: .....
Variedades: E vocês sabem quantos bateristas são necessários para se trocar uma lâmpada?
Gordo: Não, quantos?
Variedades: Só um. Mas ter que ter umas setenta lâmpadas.
Todos: AHAHAHAHAHAHAH!
Armando: .....
Eu: Pois é, gente... e quando uma banda acaba?
Variedades: Não sei. Quando?
Eu: Quando um baterista chega e fala "olha aqui uma musiquinha que eu fiz..."
Todos: AHAHAHAHAHAHAH!
Armando: .....
Cocu (fotógrafo oficial da banda, vocalista da Dentadura militar e penetra constante nos ensaios): Isso aí, galera. E por que cada banda só tem um baterista?
Gordo: Não sabemos, por quê?
Cocu: Porque só precisa de um para zoar...

(Armando continua parado com cara de "Eu mereço...".)

***

Pois é, não é fácil ser o portador das baquetas. Armando sabe muito bem disso.


Gordo - O guitarrista

Gordo Power, ou simplesmente Gordo para os íntimos, é uma lenda viva. O nosso grande (hãn hãn) guitarrista foi compositor de algumas das músicas mais sutis de várias bandas, como aquela que fala "foda-se o senso comum".

Como ele é o membro mais famoso da banda, a sua vida é extremamente comentada nas ruas. Ele é atualmente o detentor de 47 recordes do Guiness, incluindo os de Maior Tempo Solando Acima da Cabeça (dizem as lendas que o guitarrista conseguiu passar três dias nessa posição e parou de tocar apenas porque ficou com vontade de tomar um gole de Red Label) e de Correia Mais Baixa (na altura dos calcanhares, dizem as lendas). Esse Chuck Norris das guitarras também ganhou o Grammy de Músico Mais Estiloso, tendo 97% dos votos dentre todos os indicados.

Juntos, esses quatro elementos formam a fantástica, gloriosa, espetacular banda Síndrome! A banda já tem mais de dez músicas e já se prepara para gravar. Vão ao show e aguardem.


(P.S.: quem falar que a gente copiou o nome do vilão dos Incríveis leva uma baquetada na cara)

Mar 7, 2007

Socorro.

A minha casa sofreu uma invasão de baratas malvadas, enormes e anti-higiênicas. Não sei por quanto tempo poderemos aguentar. Elas têm habilidades especiais.

Por exemplo, teve um dia que apareceu uma no quarto da minha irmã que tinha a habilidade de desaparecer. A minha irmã me acordou (eram 3 horas da manhã) e me pediu para matar a barata.

Foi uma aventura.

A barata estava na estante dela. Nas prateleiras que ficam em cima da cama. Sob o amedrontado olhar da minha irmã, eu tirei alguns livros da estante e comecei a bater freneticamente na estante com um sapato que eu tinha. A barata, nem um pouco impressionada com a minha pontaria que rivalizava com a de Stevie Wonder, fugia facilmente até passar para outra prateleira.

Nisso, eu tive a idéia de não tirar todos os livros de lá. Tirar só alguns, para dar menos espaço para o cascudo animal que me confrontava. Tirei alguns e encurralei o inseto miserável. Vi que não tinha espaço para dar uma sapatada na barata. Tirei mais livros e me preparei para dar o golpe de misericórdia. Aí, a barata voou dali.

MEU DEUS, O BICHO VOA! Depois de me recuperar do susto de uma barata pestilenta ter voado ao lado da minha orelha esquerda, eu e a minha irmã saímos procurando a dita cuja. Ela havia seguido para o quarto dos nossos pais. Gritamos um aviso para os nossos progenitores.

Nessa hora, a minha mãe acordou e instantaneamente jogou um chinelo na barata. Miyamoto Musashi não teria reações tão rápidas quanto a dela. Acendemos a luz para ver o estado da barata. Surpreendentemente, ela não estava em lugar algum. Havia desaparecido. De alguma maneira escapou do chinelo letal e sumiu. Procuramos*.

Embaixo dos móveis. Embaixo das camas. Nada. A barata havia saído do nosso alcance. Havia cessado de ser. Fora absorvida por um vórtex temporal aleatório.

E hoje, encontrei mais uma. Quando eu estava tocando teclado, entrou um espécime particularmente grande no meu quarto. Passando por baixo da porta fechada! Ela não deveria nem caber nesse buraco!

No caso, esse foi reduzido a um cadáver com uma substância branca dento de si, que nesse momento suja o chão e um pedacinho da minha calça. Eu tenho nojo de tirá-la daí, na verdade. Vai ficar aí até amanhã, quando eu estiver mais disposto. Me faz lembrar daquele livro da Clarice Lispector. A Paixão Segundo G.H., que mostra a maneira mais cult de se comer um inseto.

Enfim... peço ajuda de quem puder ajudar. Esse animais com antenas tornam-se cada vez maiores e mais comuns aqui em casa. Temo que a situação fique pior. E lembrem-se que não estamos lidando com baratas de qualquer tipo.




MUAHAHAHAHAH!



Estamos lidando com baratas mutantes, ou algo assim. Baratas que desaparecem magicamente e se esgueiram por lugares onde não deveriam caber. Baratas devotadas à destruição do ser humano e seus aliados. Preciso de reforços aqui, rapidamente.

Acreditem, vocês não sabem do que elas são capazes.

Feb 21, 2007

Imagino que matérias vão me oferecer esse semestre na UnB.

Eu imagino isso porque eu não tenho fluxo. Eu tenho uma matéria do segundo semestre atrasada e duas do terceiro já adiantadas. Isso já me tiraria efetivamente do fluxo, mas é pior. Eu ainda vou mudar de habilitação e tenho que recuperar um monte de matérias de Audiovisual, porque eu ainda não fiz nenhuma.

Semestre passado eu adiantei Fundamentos da Comunicação Visual e Ética na Comunicação. Eu me lembro bem de como foi o trabalho de Ética na Comunicação. Era sobre classificação indicativa. A gente entrevistou pessoas, e tal. Tinha até um manual.

O Manual da Nova Classificação Indicativa é um objeto, no mínimo, curioso. Ele determina de maneira objetiva a classificação indicativa que cada programa ou comercial deve ter. Ele tem critérios extremamente exatos para se definir quais crianças podem assistir televisão com os pais naquela hora e quais teriam de ser arrastadas até a cama, possivelmente chorando e dizendo que não estão com sono. Ele é a lei da Classificação, e deve ser sempre seguido com exatidão.

Quero dizer, nem sempre.

Vamos abrir o tal manual e ver o que pode levar um programa a ter uma classificação de 10 anos. Um dos critérios é "proporção de conteúdo violento entre 5% a 10% no material analisado". Hmm.

Cara, qual é a dessa porcentagem? Será que por algum acaso existe alguma espécie de equipe altamente treinada para cronometrar o tempo de violência que existe em um desenho animado só para classificá-lo corretamente? Meio estranho.

A censura também aumenta para 10 anos caso haja algum desses fatores, entre outros: linguagem obscena, linguagem depreciativa, insinuações de consumo de drogas, armas (brancas ou de fogo), gírias, ironias e/ou metáforas. Esse texto, por exemplo, tem uma classificação de 10 anos por conter muita ironia e sarcasmo. E note que não só linguagem obscena e ironia, mas também gírias e metáforas servem para aumentar a classificação. Certíssimo. Uma criança não pode assistir um filme onde as pessoas falem coisas como "foda-se, filho da puta" ou "xuxubeleza".

Ah, e algo que é recomendado aqui é que haja um fundo musical que minimize o conteúdo violento. Nessa hora eu imaginei o assassino da serra elétrica matando pessoas com a Lumberjack Song no fundo.

Ok, vamos continuar. Conteúdo violento com presença de sangue resulta em 12 anos, o que me faz imaginar se eu fiquei perturbado por assistir Cavaleiros do Zodíaco quando tinha 6. Nudez é permitida nessa classificação, se não for frontal e não mostrar seios ou nádegas.

Comportamentos repreensíveis são motivo para elevar a censura até 12 anos também. Isso é importantíssimo. Aliás, temos que avisar os pais para pararem de ler Chapeuzinho Vermelho para as crianças de menos de 12 anos, porque o comportamento do Lobo Mau é bastante repreensível.

A censura de 14 anos engloba coisas mais sérias, como apresentação da violência de forma humorística (presente no extremamente polêmico desenho Tom e Jerry) e presença de recompensa ao agressor (algo recorrente no universalmente censurado jogo Super Mario Bros, onde o personagem principal ganha moedas matando tartaruguinhas inocentes). A violência aqui normalmente é de 30 a 50% no material analisado, o que me faz perguntar por que esses caras gostam tanto de porcentagem.

Drogas também já podem aparecer bem mais em um filme de 14 anos. Elas podem ser um conteúdo relevante no filme, que pode apresentar alguma consequência positiva delas, como o prazer. Admito que eu sempre imaginei que as consequências positivas ficassem subentendidas de qualquer maneira, porque eu não acho que alguém fumaria maconha só para tossir. Mas enfim, quem sou eu.

O assunto das drogas fica pior, aliás, no filme de censura 16 anos. Ele permite que o traficante até ganhe uma recompensa. Dinheiro, coisas do tipo. Ou seja, nos filmes de censura menor, o traficante tem que ter um espírito de Cosme e Damião e sair distribuindo drogas de graça, porque só é permitido que ele ganhe dinheiro aqui. Também é nessa censura que se encaixam programas que envolvem crianças em cenas de violência, pois poucas coisas se equiparam ao horror encontrado em filmes onde crianças podem ocasionalmente brigar. Especialmente em obras do gênero de Doze é Demais ou A Creche do Papai.

Obras para maiores de 18 anos são- bom, você já deve imaginar. Em 18 anos é permitido qualquer tipo de putaria. Citando exemplos do manual: Glamurização e/ou apologia da violência (censurem Os Três Patetas), violência repetida contendo estupros, tortura, mutilação e/ou suicídio (censurem Cavaleiros do Zodíaco, eu me lembro vividamente que o Shiryu já decepou o braço do cavaleiro de capricórnio e logo depois se sacrificou para salvar Athena, o que corresponde a mutilação e suicídio seguidos) e até mesmo envolvimento de crianças ou adolescentes em cenas com conteúdo sexual (censurem Malhação, essa novela promíscua!).

Tem outras coisas e critérios, mas esse ficam para a próxima porque esse post já tá longo demais. Só me chama a atenção o fato de que eu assistia Cavaleiros do Zodíaco, Tom e Jerry e Três Patetas quando era pequeno. E jogava Super Mario. Será que isso mudou alguma coisa no meu comportamento?

Que isso sirva de lição para vocês, crianças. Mantenham seu filhos longe de programas desse tipo, ou eles podem acabar ficando como eu. E, acredite, você não quer isso.